É possível se apaixonar por um trailer de um filme? Comigo aconteceu quando tive o prazer de ver o trailer de 'Elena'. Era um anúncio num vídeo e eu não tive vontade de pular, talvez a música, o vestido, a água ou a voz que narra tenham me prendido... Só sei que, depois de ter visto pela primeira vez, não parei mais... Ao menos uma vez ao dia até que eu possa assistir o documentário por completo.
"A arte pra mim é tudo!"
16 de maio de 2013
15 de maio de 2013
"Que este é o tempo ansiado de se ter felicidade"
A TV Cultura é, pra mim, um veículo de comunicação muito agradável. Por isso, hoje falarei de um dos seus programas: o Café filosófico. Acompanho sempre que posso e tive a felicidade de ver, já faz algum tempo, um excelente encontro.
Trato especificamente da discussão intitulada "Canções de amor e desamor (Amor não explícito)", que compõe a série "Paixão e ódio na canção" da qual Zuza Homem de Mello é o curador. Essa palestra conta com a participação do compositor Hermínio Bello de Carvalho e do instrumentista Marcelo Onofri.
Zuza analisa as letras das canções, nos traz a história por trás delas e a explicação é permeada de versões cantadas por Onofri.
Recomendo que vejam pois os programas são facilmente encontrados no site da cpfl cultura, na íntegra. Além disso, gostaria de deixar minha especial atenção à interpretação dada por Onofri à canção "Nunca mais", de Dorival Caymmi.
Assistam!
Trato especificamente da discussão intitulada "Canções de amor e desamor (Amor não explícito)", que compõe a série "Paixão e ódio na canção" da qual Zuza Homem de Mello é o curador. Essa palestra conta com a participação do compositor Hermínio Bello de Carvalho e do instrumentista Marcelo Onofri.
Zuza analisa as letras das canções, nos traz a história por trás delas e a explicação é permeada de versões cantadas por Onofri.
Recomendo que vejam pois os programas são facilmente encontrados no site da cpfl cultura, na íntegra. Além disso, gostaria de deixar minha especial atenção à interpretação dada por Onofri à canção "Nunca mais", de Dorival Caymmi.
Assistam!
13 de maio de 2013
Non, Je Ne Regrette Rien
Após muito tempo sem escrever aqui, sinto-me, enfim, inspirada a voltar... Deixei de publicar meus textos pois meu tempo livre estava escasso, se bem que agora ele está ainda mais raro. De qualquer modo, pretendo retomar minhas atividades no blog — só não sei ao certo com que frequência.
O 'Amável formalidade' foi idealizado para que servisse de instrumento às minhas ideias e ao seu compartilhamento. Ele foi destinado e restrito até agora a citações de autores queridos e minhas próprias criações.
Recentemente tive o desejo de ampliar os temas abordados no blog. Ele deixará de ser somente uma expressão do que sinto em relação ao mundo, para revelar minhas opiniões sobre diversos assuntos, não só livros, mas também música, filmes, inspirações e troca de experiências.
Espero que as mudanças sejam positivas e que tenham resultado proveitoso.
O 'Amável formalidade' foi idealizado para que servisse de instrumento às minhas ideias e ao seu compartilhamento. Ele foi destinado e restrito até agora a citações de autores queridos e minhas próprias criações.
Recentemente tive o desejo de ampliar os temas abordados no blog. Ele deixará de ser somente uma expressão do que sinto em relação ao mundo, para revelar minhas opiniões sobre diversos assuntos, não só livros, mas também música, filmes, inspirações e troca de experiências.
Espero que as mudanças sejam positivas e que tenham resultado proveitoso.
23 de setembro de 2012
O que nos une
E as cores mais vivas vieram, enfim, dar vida à personagem de quadrinhos antes branca e preta.
8 de março de 2011
Arte e Interpretação
19 de fevereiro de 2011
2 de janeiro de 2011
Caso você queira saber
Certas vezes sinto um desejo de expressar em palavras tudo aquilo que parece querer transbordar em mim... Parece que algo move descontroladamente minha mão, impelindo-a a escrever sem cessar, com medo que as idéias fujam tão depressa quanto vieram. Nesses momentos, escrevo tudo quanto me vem à mente, sem preocupar-me onde chegarei em meio a tantos devaneios... Por fim, quando sinto que finalmente esvaí-me de tudo quanto me oprimia, dou sossego a minha mão e a minha imaginação, e observo silenciosamente toda a libertação ali exposta; depois fecho os olhos e guardo o papel; um dia, talvez, lerei-o com outro sentimento, e me fará, portanto, outro sentido.
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