23 de setembro de 2012

O que nos une

E as cores mais vivas vieram, enfim, dar vida à personagem de quadrinhos antes branca e preta.

8 de março de 2011

Arte e Interpretação


Finalmente acabei a tela! Esta é apenas a minha interpretação de uma obra idealizada por Brandon Boyd. Esse é o modo como enxergo a pintura e o que ela representa pra mim.

2 de janeiro de 2011

Caso você queira saber

Certas vezes sinto um desejo de expressar em palavras tudo aquilo que parece querer transbordar em mim... Parece que algo move descontroladamente minha mão, impelindo-a a escrever sem cessar, com medo que as idéias fujam tão depressa quanto vieram. Nesses momentos, escrevo tudo quanto me vem à mente, sem preocupar-me onde chegarei em meio a tantos devaneios... Por fim, quando sinto que finalmente esvaí-me de tudo quanto me oprimia, dou sossego a minha mão e a minha imaginação, e observo silenciosamente toda a libertação ali exposta; depois fecho os olhos e guardo o papel; um dia, talvez, lerei-o com outro sentimento, e me fará, portanto, outro sentido.

23 de setembro de 2010

Espera e Pressentimento

Certas vezes sinto-me uma personagem de história em quadrinhos, preta e branca. Como alguém que, pacientemente, espera a chegada daquilo que lhe colorirá.

22 de setembro de 2010

Segunda Noite

(...) Sentimos que, por fim, essa inesgotável fantasia se fatiga, se esgota numa perpétua tensão, porque amadurecemos e superamos nossos ideais antigos, os quais se desfazem em pó e se desmoronam, e, se não existe outra vida, é preciso construí-la mesmo com essas ruínas. E, no entanto, é algo de diferente aquilo que a alma solicita e quer! É, pois, em vão que o sonhador procura entre as cinzas dos seus velhos devaneios pelo menos qualquer cintilação para lhe soprar em cima e aquecer com um fogo novo seu coração arrefecido e nele ressucitar tudo o que outrora era tão agradável, tudo o que lhe sensibilizava a alma, tudo o que fazia palpitar o sangue, tudo o que lhe inundava de lágrimas os olhos e iludia de maneira tão magnífica! (...)

Noites Brancas - F. Dostoiévski

13 de setembro de 2010

Vila do Sossego

Verdadeira alegria, plenitude, como se cada coisa estivesse em seu lugar, com seu encaixe perfeito. Já tiveste alguma destas sensações? Ou todas? Eu as tenho aos montes! E nesses momentos eu reflito excessivamente; e cada fragmento de pensamento se encaixa a outro com tanta naturalidade.

Nos damos conta que muitos acontecimentos de nossa vida são levados a sério demais sem necessidade, e que vários outros - realmente importantes - infelizmente não tem seu valor observado por nós.

Preste atenção ao menor gesto, ao ato realizado com afeição, ao olhar compreensivo... Isso tem o poder de tranformar-nos!